MUSEU DE CRUZ
Blog administrado pelo professor Luciano Nascimento
terça-feira, 2 de junho de 2026
quinta-feira, 28 de maio de 2026
SEMANA DE MUSEUS 2023
Em maio de 2023 a equipe da biblioteca planejou diversas ações para celebrar a Semana de Museus que ocorre anualmente. O evento teve a participação de diversas autoridades: senhor Jonas Muniz ( ex-prefeito), Padre Valdery, Maria Alice ( primeira secretária de educação do município de Cruz), primeira dama Maria Inês de Farias, Dr. Josi e a coordenadora de cultura Socorro. A solenidade teve a participação dos alunos da Escola de Ensino Médio São Francisco.
terça-feira, 26 de maio de 2026
SEMANA DE MUSEU 2026
A equipe da Biblioteca e Museu de Cruz planejou diversas atividades para celebrar a Semana de Museus 2026, a temática do mencionado ano foi: "Museus Unindo um Mundo Dividido". Foram convidadas algumas instituições para discutir o tema proposto:
- Grupo Conviver: composto por pessoas da Terceira Idade;
- Adolescentes do Projeto Vinde da Igreja Bíblica de Cruz;
- Crianças acompanhadas pelo Cras de Cruz;
quarta-feira, 1 de abril de 2026
BIOGRAFIA MARIA INÊS DE FREITAS
Maria Inês de Freitas
Nasceu em 22 de abril de 1955, natural de Jenipapeiro, do então Distrito de Cruz, Município de Acaraú, sendo a segunda dos nove filhos do casal Estevam Raimundo do Nascimento e Maria José de Farias. Desde menina, Maria Inês já ajudava sua mãe nas atividades domésticas, aprendeu a costurar ainda jovem e trabalhava com bordados. Estudou em Acaraú em regime de semi-internato no Colégio Virgem Poderosa, onde aprendeu pintura em tecidos, arte culinária, dentre outros. E foi numa marcha de 7 de setembro em Acaraú, que encantou o olhar de seu parceiro de vida, João Marques de Freitas, com quem se casou em 1974 e teve duas filhas, Lília Cristina de Freitas e Josinês Marques de Freitas. Em 1981 tornou-se proprietária do primeiro Posto de Medicamentos de Cruz, tendo se capacitado para prescrever remédios mais básicos, vindo o referido negócio a se transformar na atual Farmácia Freitas, a primeira farmácia da cidade, onde sempre atendia a comunidade na indicação de remédios por sua indiscutível prática farmacêutica. Foi sócia fundadora do Lions Clube de Cruz ao lado de seu esposo João Marques e sempre se engajou em projetos sociais na comunidade. No ano de 2024, celebrou bodas de ouro de casamento com João Marques de Freitas. Devota do Menino Jesus de Praga, trabalhou junto às equipes pastorais da Igreja de Cruz, tendo sido ao lado de seu esposo formadora de cursos preparatórios para o casamento. Faleceu em 18 de fevereiro de 2024, aos 69 anos, após complicações em uma cirurgia cardíaca. Maria Inês foi uma cidadã de preciosos dons, com características da mulher cruzense forte e batalhadora, merecendo nossa homenagem especial.
terça-feira, 24 de março de 2026
segunda-feira, 16 de março de 2026
BIOGRAFIA SILENE SOUSA
Maria Silene Sousa, oriunda de um seio familiar de nove irmãos do casal de agricultores, Lúcio Muniz de Sousa e Maria Neuma Moraes de Sousa, nasceu na cidade de Acaraú/CE em 19 de agosto do ano de 1982, teve sua infância, adolescência e início da vida adulta, vivida em meio à simplicidade bucólica da pequena comunidade de Frei Jorge, tempos que lhe forjaram a iniciativa natural, como é comum ao tronco familiar dos “Muniz”, o trabalho, dado já na tenra idade, quando aprendeu a arte da costura e passou a confeccionar suas próprias roupas e a arte secular artesanal das varandas, algo incomum para uma menina com pouco mais de dez anos, prodígios que se seguiram, como quando, nem bem completados quinze anos, aprendeu a dirigir automóveis sem que ninguém lhe ensinasse e, fazendo desse aprendizado uma forma de empreendedorismo pela carência de carros de horários em sua região e a necessidade dos moradores locais e das comunidades de Lagoa dos Caboclos e Córrego da Poeira para deslocarem á sede do município para as compras em dias de domingo, iniciou um serviço de transporte, algo incomum para uma mulher motorista, ainda mais, em tão jovem idade.
Sua vida escolar se deu logo no início de seus sete anos, quando estudou, inicialmente, na EEF Manoel Antônio da Silveira, em Frei Jorge, seguindo-se seu ensino fundamental na EEF Waldemar de Paulo Ribeiro em Canafístula, sendo concluído no Ceb Paulo Freire em Aningas, na cidade de Cruz, onde, ato contínuo iniciou o Ensino Médio na EEm São Francisco da Cruz, que, não satisfeita com o aprendizado do Tempo de Avançar Médio ( TAM), matriculou-se na Escola Fundamental São Francisco- Colégio das Irmãs, completado-se com sua graduação em nível superior pela Universidade Estadual Vale do Acaraú ( UVA), mesma instituição que cursou sua pós-graduação.
Quando completados vinte e cinco anos, deixou seu amado Frei Jorge para residir na sede do município de Cruz, após contrair núpcias, união que lhe gerou seus dois filhos: Yarlei Sousa Marques e Yasmim Sousa Marques, hoje adolescentes e razões de sua continuidade constante em sempre produzir e empreender, atitudes confirmadas ao tempo que atuou como vereadora, até o momento que viu despontar em si, o apelo ao bem servir ao público pela arte da política.
segunda-feira, 9 de março de 2026
BIOGRAFIA DONA COTA
Constância de Souza Muniz, conhecida popularmente em toda cidade como Dona Cota, nasceu em 09 de dezembro de 1917, na pequena comunidade de Ilha Redonda então município de Acaraú, hoje Cruz, passou sua infância e toda sua vida trabalhando, acordava “bem cedinho” com o surgimento dos primeiros raios do sol e junto com seus filhos se deslocava até a vazante, terra localizada próximo do Rio Acaraú, para colher algodão, feijão, milho e às vezes cuidar do gado, afinal seu esposo era pecuarista e agricultor. A mesma era filha do ilustre casal Antônio Muniz Rodrigues e Maria Muniz, teve uma juventude simples, voltada para o trabalho, assim como as demais mulheres de sua época.
Apesar dos trabalhos relacionados com a agricultura e pecuária, durante um curto período de tempo, dedicou-se a educação, ainda muito jovem, com apenas 17 anos de idade, passou a lecionar na pequena comunidade já mencionada acima, onde morou com a família durante vários anos, porém diante das dificuldades enfrentadas na área educacional, a mesma decidiu mudar de profissão e optou pelo comércio. Para superar as dificuldades financeiras, na década de 70, montou sua loja, ali a mesma vendia: tecido para fazer roupas, linhas, calçados, etc. No pequeno centro comercial de Cruz, todos conheciam a famosa: “Loja da Dona Cota”. A cidade cresceu e seu estabelecimento comercial acompanhou este crescimento, durante vários anos dedicou-se integralmente ao seu trabalho.
Seguindo a tradição de sua família, escolheu a religião católica com o intuito de fortalecer sua fé em Deus. Durante um longo tempo viveu em sua casa, localizada próxima a Igreja Matriz de São Francisco, no bairro conhecido no passado como: Rua do Quadro, ali em frente a sua residência, havia uma enorme mangueira que apesar do crescimento urbano da cidade a mencionada árvore ainda permanece vivia “observando” calmamente a vida daqueles que moram ali, essa proximidade com o templo religioso já citado, facilitava participar das missas dominicais celebradas por Padre Valdery e Padre Edson.
Ainda na fase de sua adolescência, iniciou um relacionamento com o jovem Aderbal Muniz do Nascimento “a moda antiga”, ou seja, naquela época, o namoro era apenas uma amizade entre dois jovens, o rapaz deveria frequentar a casa de sua amada e os pais ficavam monitorando toda conversa, não havia intimidade como os namoros modernos, às vezes o casal se conhecia numa “farinhada”, ou seja, numa casa de farinha ou enquanto debulhava o feijão à noite, ouvindo as “histórias de trancoso”, conhecidas hoje como literatura de cordel. Após um curto período de relacionamento, ambos decidiram casa-se, afinal era um costume daquele tempo o casamento de pessoas muito jovens, e em 1935 ocorreu este enlace, desse relacionamento nasceram seis filhos: Mirian, Isabel, Esmeralda, Isaltina, Jonas Muniz e Antônio Muniz, (In memoriam).
Em 1995 o casal: Aderbal e Cota celebraram 60 anos de união conjugal, para comemorar aquele momento feliz, marcado por conquistas e trabalho, foi organizada uma bonita festa, no evento esteve presente: filhos, netos, bisnetos e amigos da família. No ano seguinte em 06 de junho de 1996 a mesma partiu para a Casa do Pai, deixando saudade.
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